Património arqueológico


Anta da Masmorra

Localização: Alcarias de Pedro Guerreiro, Cachopo.

Monumento megalítico funerário formado por treze esteios fincados na vertical. Foi construído no IV-III milénio a.C., sendo que a sua câmara apresenta planta circular. De salientar que, nos dias mais límpidos, daqui se podem visualizar as terras de Beja.

 

Anta das Pedras Altas

Localização: Mealha, Cachopo.

Monumento megalítico funerário formado por doze esteios fincados na vertical. Construído no IV-III milénio a.C., apresenta planta piriforme com a entrada virada a nascente.

 

Muralha fenícia – Futuro núcleo museológico fenício

Localização: Calçada D. Paio Peres Correia, Tavira.

Durante as escavações arqueológicas realizadas na Pensão Castelo foi identificado um muro defensivo, com uma espessura máxima de 9,5 metros e uma extensão de 13 metros.

Apresenta duas fases construtivas, sendo que a primeira terminou nos finais do século VII. Na segunda fase, esta estrutura defensiva apresenta uma menor espessura, constituída por duas faces, não paralelas, construídas com pedras calcárias nativas, sumariamente desbastadas.

As estruturas podem ser observadas na Calçada D. Paio Peres Correia, prevendo-se a sua integração no futuro núcleo museológico fenício do Museu Municipal de Tavira.

 

Núcleo Museológico Islâmico

Documenta a relevância do período medieval islâmico em Tavira através de um conjunto de achados provenientes de várias escavações arqueológicas desenvolvidas nos últimos anos, destacando-se o emblemático Vaso de Tavira. É o mais recente núcleo do Museu Municipal que aproveita o expressivo enquadramento proporcionado por um antigo troço de muralha medieval em taipa.

 

Poços rituais fenícios do Palácio da Galeria

Escavações efetuadas no átrio do palácio levaram à identificação de vários poços escavados na rocha e que foram interpretados como “Poços rituais fenícios” dos séculos VII-VI a.C., dedicados ao culto de Baal, deus das tempestades.

 

Núcleo Arqueológico do Bairro Almóada (Pousada do convento de Nossa Senhora da Graça)

Antecedendo obras no subsolo, as intervenções arqueológicas efetuadas no âmbito da adaptação do convento da Graça a pousada puseram a descoberto vestígios de um bairro islâmico do século XIII formado por treze casas, ocupando o lado poente da antiga cerca conventual. Parte deste bairro foi preservada e musealizada podendo ser fruída pelos visitantes da pousada desde 2006. Constitui um rico exemplo em solo nacional do urbanismo islâmico de época almóada, revelando troços de habitações e ruas, assim como o sistema de canalizações públicas. Além das estruturas habitacionais, o núcleo exibe ainda objetos encontrados no próprio local. 

 

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